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3 coisas que você precisa saber essa semana por Marina Giustino | Rio de Janeiro, 19.07.17

Hoje, a gente inicia aqui no site uma série de pílulas semanais pra inspirar a sua semana. São novidades sobre temas variados relacionados à Moda, Música, Design, Arte, comportamento, lugares, curiosidades, coisas que o Bureau anda fuçando por aí e morre de vontade de compartilhar com você.

Obs: se você já acompanha o nosso Instagram, sabe que a gente costuma fazer uma curadoria bem legal de perfis pra seguir por lá.  Se ainda não segue, clica aqui. ;)

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1 – O novo clipe d’O Terno

Apenas pare o que você está fazendo e assista ao novo clipe de “Não Espero Mais”, d’O Terno, banda que a gente ama e escuta direto por aqui. Os clipes deles são imbatíveis, mas esse aqui é um forte candidato a um dos melhores clipes de 2017. ;)

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2 – Sacola de papelão (de luxo)

Zoeira no melhor estilo “Vetements”: por incrível que pareça, tem gente vendendo sacolas vazias de marcas de luxo no Enjoei.com. Até ontem, havia uma sacola da Burberry por 119 Reais. Se fuçar mais um pouco, dá pra achar várias: Prada, Gucci, Missoni… EITA.

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3 – E por falar em zoeira…

Depois  que Demna Gvasalia colocou na passarela da Balenciaga uma bolsa inspirada na famosa sacola de fibra da sueca IKEA, a rede de lojas de artigos pra casa aproveitou a superexposição e lançou uma campanha pra lá de esperta, enaltecendo seu próprio produto, dito como “original” e muuuuito mais barato que a bolsa da Balenciaga, que custa cerca de 2.000 Dólares. Olha só:

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O hype foi tão grande, que a famosa sacola da IKEA de 99 centavos passou a ser altamente desejada! Hoje, tem até um perfil de Instagram dedicado a pessoas que fazem upcycling das sacolas, transformando-as em roupas e pochetes, e, incorporando a logo da marca à camisetas, tênis, calças, etc. Normalmente, essa história toda poderia ter gerado um mega processo judicial, mas a IKEA tem se divertido e aproveitado pra valer esse momento! Por aqui, nos últimos Encontros de Moda, a gente já vinha falando da onda de logos de marcas populares na Moda. Essa história ainda vai dar muito pano pra manga…

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Saiba como foi o nosso primeiro Journey NY Trends por Marina Giustino | Rio de Janeiro, 22.06.17

No final de maio, nossa Rê Abranchs embarcou pra Nova York com a turma da MALHA pra dar o primeiro curso de Coolhunting do projeto Journey NY Trends. Ao lado dos feras e incansáveis André Carvalhal, Herman Bessler e Letícia Magalhães, mergulhamos no coração da contracultura e das tendências mundiais pra uma jornada encantadora, desbravando as iniciativas, projetos, pessoas e lugares mais criativos e pulsantes da cidade.

A turma que participou do curso, ao final de 15 dias intensos, saiu completamente extasiada dessa grande vivência, cheia de ideias, inspirações, insights pra inovação, novas ferramentas e métodos de Coolhunting. O curso contou com muitas horas práticas, o que possibilitou aos participantes colocar em prática todo o aprendizado adquirido e diversos encontros com uma galera que ja tá cruzando a ponte pra Nova Era. Entre os pontos altos da viagem: o bate-papo  com os headers de pesquisa da TrendWatching, uma das maiores agências de tendências do mundo; o almoço no Roberta’s com criativos que estão mudando a cena novaiorquina nos mais diferentes campos; a visita ao Knickerbocker, espaço maker no Brooklyn com o propósito de trazer a produção de Moda de volta para os EUA de forma ética e colaborativa; o bate-papo com a doce Juliana Leandra da Dream Box, laboratório criativo que faz conceituação, curadoria e produção de projetos de arte. A Ju nos levou pra fazer um tour pelas galerias de arte mais legais da cidade; visita ao Brooklyn Brush Studios, espaço que junta ateliês de Arte, escritórios e ambientes criativos; bate-papo com a Julia Brandão, artista brasileira que trabalha com reutilização das próprias roupas e peças de brechó e visita ao Brooklyn Grange, um terraço com a maior horta urbana comunitária do mundo.

O resultado disso tudo será materializado em um grande Trend Report com as novas direções do planeta nas Artes, Moda, Tech, Cultura, Economia, Educação e Política. O melhor de tudo: será de gratuito pra você! Em breve, a gente te conta onde baixar esse conteúdo lindo. ;)

Se você não conseguiu participar dessa edição e tem muita vontade de viajar com a gente, vamos te contar um segredo: em setembro/outubro tem mais! \o/ Iuhuuu! Tá interessad@?! Manda um e-mail pra hello@yourjourney.cc

Caso você queira uma vivência de Coolhunting brazuca sob medida pra sua empresa, é só entrar em contato com a gente. Liga pra cá (21) 2552-2254/ 2553-0551 ou manda um e-mail pra contato@renataabranchs.com.br

Enquanto isso, vem sentir como foi essa jornada nos cliques do Bruno Bezerra:

Nossos Influenciadores 2018 | Temporada de Calor | Gabriela Mazepa por Marina Giustino | Rio de Janeiro, 04.02.17

gabi_reroupaGabi Mazepa

Nas últimas semanas, você acompanhou os nossos posts com a Luisa Mendes, a Ignez do Prado e o Rafael Teixeira. Agora, é a vez da Gabi Mazepa, nossa última entrevistada da série de Influenciadores da Temporada de Calor 2018.

A Gabi é a estilista e cabeça por trás do projeto Re-Roupa e da marca que leva o seu nome. Ambos trabalham o conceito do upcycling, transformando roupas antigas em peças novas e únicas. Ela também é uma das fundadoras do movimento Roupa Livre e coordenadora da Escola da MALHA. Sua trajetória foge completamente da de um estilista com formação tradicional. Estudou três anos de Arquitetura e Urbanismo e, ao fazer um intercâmbio na França, durante o curso, pediu transferência para o curso têxtil da École des Arts Déco. Também chegou a trabalhar profissionalmente com Dança Contemporânea (estudou ballet dos 7 aos 20 e poucos anos). Esses três caminhos acabaram se interligando em sua vida e refletem muitos em seu trabalho e nas referências que busca: “Eu vejo a roupa entre essas infinitas possibilidades entre o corpo da gente e o mundo com o qual interagimos. Muito mais do que a tendência dita.” – conta Gabi.

21323Re-Roupa

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O que tem te influenciado nesse momento?

 “Falando em dança, eu admiro desde a primeira vez que vi, e assisto tudo, do Grupo Corpo que, pra mim, é quem consegue representar a beleza do Brasil em termos de movimento, figurino e escolha das trilhas sonoras. Em termos do que está rolando agora, tenho amado os últimos trabalhos do Sidi Larbi Cherkaoui.”

416-04_sete_ou_oitoGrupo Corpoeastman-iconGrupo Eastman, do diretor/coreógrafo Sidi Larbi Cherkaoui

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“Já que sem dança não tem música, lá vai! No meu Spotify rola desde sempre Itamar Assumpção, Curtis Mayfield, Caetano, Alcione (as mais dramáticas) e Gal, das antigas. A última coisa que baixei foi o recém lançado álbum Supersimetria, do NASCA, e pode ter certeza que não é só porque eu já venho dividindo a vida com ele há 7 anos (!), mas porque acompanhei todo o processo de pertinho e gostei demais do resultado. Principalmente da faixa 02, um “funk-baião” que tem a talentosa participação do Carlos Malta (que também admiro) e a 03, que descreve bem a situação da democracia (ou falta da mesma) no Brasil de hoje. E falando em letras de música que me marcaram ultimamente, cito, também, algumas do último do SIBA (De Baile Solto), outro que acertou na mosca a situação política do Brasil de uns tempos pra cá.”

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“Falando de Moda, tenho amado demais o que vi ultimamente do Gosha Rubchinskiy e do Walé Oyéjidé, estilista da Ikiré Jones. Além do bom gosto (pro meu gosto), o que me toca é que você vê as fotos e tem vontade de saber mais da história do estilista, de onde a pessoa veio.”


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Gosha RubchinskiyIkiré Jones

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“E por falar em Moda e História, fecho com o filme Fresh Dressed, que já vi duas vezes e veria fácil, de novo. Vai muito além de contar a história do Hip-Hop, é um retrato claro do papel da Moda enquanto ferramenta de empoderamento, questionador do papel do consumo x pertencimento x cidadania, e por aí vai…. No fim das contas é o que busco com as questões que trago no meu trabalho.”

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