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Bureau + Fernanda Cortez: Alimentação Consciente | 5 Dicas que provam que vai muito além do orgânico por Fernanda Cortez - Menos Um Lixo | Rio de Janeiro, 10.03.17

Quando você fala sobre sustentabilidade lá vem a ideia do caro e chato. Quando fala do veganismo ou vegetarianismo pode saber que vai ter que multiplicar a chatice e os valores monetários (segundo as más línguas!). Fala de alimentação saudável e responsável, e o orgânico vem na ponta da língua de uma maioria, né? Pois bem, a ideia aqui é trazer a reflexão que uma alimentação boa pra você, para as pessoas e pro planeta vai muito além!

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Aproveitamento integral dos alimentos

Num país que diariamente joga no lixo 39 mil toneladas de comida (já falamos disso aqui), o que daria para alimentar 19 milhões de brasileiros por dia, é preciso falar sobre o desperdício. Aproveitar todas as partes de um alimento é também desperdiçar menos, pra além do que vai pra lixeira depois de sobrar no prato. É incluir a casca, os talos, as sementes e tudo que for possível na mesa. Trabalho já pontuado e feito pela nossa querida Regina Tchelly no Favela Orgânica (conheça mais). <3

post-favela-600x324 Regina Tchelly coloca em prática formas de aproveitar ao máximo cada alimento

Busque saber e crie esse hábito. O resultado é surpreendente e encantador! ;)

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Pequeno Produtor

A gente sempre fala por aqui sobre a importância de nos entendermos como parte de um todo muito maior e de um sistema interdependente – planeta, animais, plantas, seres humanos. Optar pela compra e fortalecimento do pequeno produtor é considerar toda essa interdependência e fortificar o socioambiental, não apenas um ou outro. Quando você compra do Seu Zé que planta e entrega na sua casa, pode estar colaborando com o desenvolvimento de todo um núcleo familiar, além de construir relações e entender a origem do alimento e não ser apenas mais um número ou mero lucro no mercado alimentício. Há, inclusive, feiras que reúnem produtores locais, como a Junta Local, no Rio de Janeiro. Certamente, você encontrará uma bem próxima.

Junta-Local-600x357Feira no Rio reúne pequenos produtores locais e promove troca entre os participantes

Bom pra todo mundo! 😉

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Produção Local

Seguindo a linha do repensar a produção, comprar por perto anda junto com o fortalecimento do pequeno produtor. Que tal valorizar o que emite menos gases para distribuição e colaborar com o que por muitas vezes faz girar a economia local e, consequentemente, a vida na comunidade? Tem sensação melhor? \o/ Além de ser muito mais fácil dialogar, mudar demanda, ajustar os serviços e por aí vai. Faça um mapeamento pra entender o que você consegue garantir dentro dessa linha hoje, no seu bairro, feito por mãos vizinhas. A regra é clara: mais local, menos global.

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Respeitando o tempo de cada alimento

Quando é a época do morango? E do tomate? E do abacate? Dá pra comer maçã o ano inteiro? Dá! Mas qual o impacto disso? Como ela chega pra você? Como o seu corpo reage ao tratamento dado a esse alimento? Estamos respeitando a hora de plantar e de colher?
Não por acaso, sempre compartilhamos campanhas que falam sobre a preferência pelos alimentos da estação. O modo instantâneo como boa parte das pessoas lida com a alimentação segue a lógica do “quero agora”, do impulso impensado que propicia um consumo irresponsável, mas precisamos repensar, entender os malefícios disso para nós e para os planetas, e inverter essa lógica o mais breve possível. Não esqueça, quem faz a demanda é você!

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Descarte responsável

Poderíamos fechar esse trecho com uma só palavra: compostagem. Não é de hoje que a compostagem doméstica é pauta aqui no Menos 1 Lixo. A Fe Cortez, nossa idealizadora, já fez até um vídeo respondendo as perguntas que sempre chegam para nós, trazendo um pouco mais sobre os impactos ambientais do descarte desenfreado e incorreto do resíduo orgânico e mostrando as mudanças que ocorrem na relação com o alimento a partir desse novo hábito. Confira o vídeo e, caso não possa ter uma composteira doméstica, conheça o trabalho da galera do Ciclo Orgânico. ;)

Agora é só repensar seus hábitos e tomar novas atitudes. Comece já!  \o/

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{Este post é produzido e compartilhado com *Fernanda Cortez | Menos Um Lixo.}

*Fernanda Cortez é comunicadora, sócia da 220 Ideias Transformadoras e cabeça por trás do Menos 1 Lixo, movimento e plataforma de consumo consciente que chama atenção das pessoas sobre o volume de lixo que produzem no dia a dia, focando na mudança de pequenos hábitos diários, como a substituição dos descartáveis pelos reutilizáveis.

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Bureau + aLagarta: A importância da experiência na cultura do bem-estar por aLagarta . | Rio de Janeiro, 06.03.17

Recentemente, muito se tem falado sobre o “business of wellness” e a ascensão da cultura do bem-estar. Mas pra muitas pessoas que realmente desejam viver de forma mais saudável física e mentalmente, somente o discurso não basta: é preciso sentir, experimentar e aplicar novas atitudes na rotina, certo?

Tem sido um desafio, tanto pra marcas quanto pra quem consome, entender que já não há mais separação entre o virtual e o real; porque um se torna uma extensão do outro quando nos permitimos viver de forma coerente – tanto em redes sociais quanto offline. Saem na frente as marcas que conseguem fundir essas duas realidades em uma só, e de forma criativa (principalmente pra quem mora em grandes centros urbanos). E a boa notícia é que já existem muitas iniciativas bacanas. Cada vez mais, estamos descobrindo que é possível viver na cidade e ser saudável ao mesmo tempo. Como pequenas pílulas de conhecimento, algumas experiências oferecidas por marcas conscientes têm o poder de realmente transformar vidas pra melhor, com simplicidade.
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O bem-estar precisa ser um valor intrínseco, uma busca genuína, não é possível fingir. Afinal, isso faz diferença na hora da disciplina. Que tal, por exemplo, meditar todos os dias bem cedinho, antes de chegar no trabalho? Ou durante parte do horário de almoço? E não estamos falando de aplicativos (que também são muito válidos e eficazes, inclusive), mas sim de uma experiência física, presencial. Algo que transporte o seu corpo e a sua mente para outro universo além do que você vive no dia a dia. Essa é a proposta do espaço M N D F L.

Localizado em NY com filiais no Village, no Upper East Side e em Williamsburg, o M N D F L proporciona um ambiente que tira as pessoas do caos barulhento da cidade pra alguns minutos de respiração e calmaria. É só agendar o seu assento e escolher entre as aulas de 30, 45 e 60 minutos, que são temáticas: Intention, Breath, Sleep, Sound, Body etc – você pode selecionar de acordo com o seu humor ou necessidade. Uma ideia simples que melhora a qualidade da rotina de quem precisa de um tempinho pra si.
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Criado quando websites com foco em saúde, vida fit e beleza natural eram praticamente inexistentes, o Well+Good se transforou em um dos maiores portais sobre esse universo. O diferencial está justamente em tornar esse lifestyle acessível, compartilhando muitas informacões através de artigos, apresentando dicas e soluções possíveis e desmitificando a alimentação saudável e o consumo consciente. O portal gera identificação quando mostra todo o tipo de pessoas, incluindo celebridades, que optaram por um estilo de vida parecido e compartilha desde receitas práticas, até opções variadas de cosméticos. Um exemplo bacana é a série Lena Dunham Does Yoga – que mostra a criadora e protagonista de GIRLS descobrindo a prática junto de sua instrutora, Beth Cooke–, além de divertida, traz aquela sensação de “eu também posso!” e aproxima quem assiste, como se a gente estivesse na mesma sala com as duas praticantes, numa conversa amiga.

Nos vídeos, Lena fala de suas dificuldades e prazeres e, junto com Beth, também quebra aquela ideia de que yoga é apenas pra pessoas muito equilibradas, longilíneas e flexíveis. Qualquer um pode começar e se aventurar! Logo, a série se transforma em um estímulo pra quem deseja começar a praticar yoga ou qualquer exercício físico.

Vale também seguir o Instagram do Well+Good, que publica dicas de alimentação, moda e beleza e posts leves e bem-humorados, pra que a gente não leve a vida tão a sério.
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Leveza e bom-humor não significam falta de comprometimento (essencial para práticas como yoga e meditação), e tanto quem promove quanto quem frequenta as experiências deve ter isso em mente. Entusiasta do bem-estar, a americana Free People nunca desviou desse caminho, sempre influenciando suas consumidoras a aproveitarem a vida ao ar livre. Seu blog também é recheado de receitas de alimentos e cosméticos naturais pra se fazer em casa, com as próprias mãos. Mas quem quiser comprar pronto também pode acessar a seção de beleza e cosméticos cruelty free no site.

O lançamento da linha Movement em 2012 (com peças para a prática de yoga, corrida, surf e dança) foi apenas mais um passo. Hoje, a marca promove o FP Lets Move, evento que roda os Estados Unidos (e alguns outros países, como Austrália e Inglaterra) promovendo experiências como aulas de yoga, pilates, meditação, workshops de massagem, leitura de aura, consultoria sobre alimentação e mais, provando que sua preocupação com a vida saudável vai muito além do discurso e do interesse em vender roupas.
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A experiência do evento promove uma aproximação mais íntima das consumidoras com a marca, e melhor ainda: através de práticas de bem-estar. Com comunicação afiada, a Free People também estimula essa aproximação nas redes sociais com a hashtag #FPMe, fazendo uma curadoria dos melhores posts e replicando em seu Instagram, ou no site oficial.

Com tanta ideia legal e morando em uma Cidade Maravilhosa, já é tempo de termos algumas experiências como essas por aqui, né? Conhece mais dicas de iniciativas bacanas sobre bem-estar? Compartilhe com a gente!

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{Este post é produzido e compartilhado com *aLagarta}

*A aLagarta é a primeira emag feminina independente e colaborativa do Brasil. Uma eterna mutante, tem vida própria e vira borboleta toda vez que lança uma nova edição.

 

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Bureau + aLagarta: do jardim para a mesa por aLagarta . | Rio de Janeiro, 08.09.16

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Desde que tive um insight e mudei a minha descrição de perfil para “urbano e rural”, no Twitter, quando ainda morava em Lisboa (talvez), por volta de 2003/2004, nunca li um termo que me deixasse tão animado com a combinação das duas palavras: FoodScaping. Hortas urbanas, agricultura de jardim ou paisagismo comestível não são nenhuma novidade, mas vêm ganhando muita força lá fora. No Brasil, a Prefeitura de Curitiba tem um projeto de horta comunitária com mais de 25 anos e conta com mais de 1,3 mil lotes espalhados pela cidade, onde a galera planta, cuida, colhe e come os próprios alimentos da terra. Há a possibilidade de vender o excedente e ajudar na renda extra. Pelo mundo, existem vários exemplos legais que fazem hortas comunitárias, mas existe uma diferença entre hortas assim e o paisagismo em si torna-se comestível. Em alguns casos, como o do livro “The Foodscape Revolution”, a sugestão é combinar comestíveis com ornamentais. Segundo a autora, o foodscape design aumenta a bio-diversidade e práticas sustentáveis que são possíveis financeiramente e em termos de tempo. O livro (ainda sem previsão para ser lançado no Brasil) mostra diversos projetos, de básicos à complexos, e o leitor pode começar já a criar uma paisagem que combina beleza e utilidade. Nele, Brie Arthur também conta suas experiências desenhando jardins em escolas públicas, comunidades de aposentados e como isso mudou o cenário destes lugares para mais verdes. Imagina se pega por aqui!

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Mas o que me chamou atenção com a pesquisa do termo foi a possibilidade, e novidade, de pessoas que estão transformando os jardins particulares, localizados em centros urbanos, em hortas. Sou bem familiar com horta porque a minha família sempre teve uma horta em uma casa que temos, no campo. Fora da cidade, isso é muito comum e bem mais fácil. Aqui, aos poucos, a prática vem ganhando espaço. A grande questão é que, em cidades grandes, estamos mais habituados à apartamentos do que casas. Mas no Rio, muitos apartamentos possuem varandas, que são espaços completamente possíveis para virar pequenas hortas. Lá fora, os bairros ao redor das grandes cidades possuem mais casas e por isso, o movimento é maior. Aqui, outra opção para hortas urbanas seriam os jardins de áreas comuns de prédios e praças públicas.

Grades em parques podem ser boas para feijão ou tomates cerejas. Hortaliças podem ser plantadas em canteiros que já existem e podem até ser com as variáves esculturais, como alcachofras. Lavanda, alecrim e orégano também ficam ótimas com outras hortaliças. É muito importante considerar o que cada planta precisa de água antes de fazer uma combinação. Nada de colocar uma alface que tem muita sede ao lado de uma suculenta!

Produzindo ainda mais

Outra forma de tornar as fazendas urbanas mais produtivas (produtos em escala maior) chama-se Aerofarming (em tradução livre, seria algo como tipo fazenda aérea). Isso já é uma realidade e uma empresa em Nova Iorque já produz e distribui 900 toneladas por ano de produtos frescos, incluindo vegetais, tubérculos e ervas. Mas, ao invés de campos abertos com sol e muita água, a empresa utiliza o processo de aeroponia, visto por muitos ambientalistas como o modelo de cultivo com maior potencial para o futuro da agricultura urbana (imagem abaixo). Com esse modelo, se utiliza 95% menos água do que a agricultura tradicional. Luzes de LED, altamente eco-friendly, também substituem a luz solar e um tecido feito de garrafas recicladas é utilizado para substituir o solo. É claro que existem algumas questões que cercam a desconexão da planta com o sol e os ciclos naturais do planeta. Mas, de certa forma, algumas experiências em relação à luz artificial já foram realizadas sem impacto nos vegetais. Além do mais, para este tipo de cultivo, não são necessários pesticidas, fungicidas nem herbicidas e isso faz com o alimento tenha uma redução de fertilizantes, que podem ser somente os naturais.

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A empresa suiça Urban Farmers está com representantes em São Paulo, buscando edifícios onde possa criar fazendas urbanas, como faz desde 2012 também na Holanda e na Alemanha. Nesta proposta, ervas, legumes e frutas serão cultivados pelo sistema de aquaponia. Daniel Pacheco, 38, engenheiro químico diz que “o motivo principal de trazer o projeto para a capital paulista é suprir a necessidade e a demanda por alimentos saudáveis em larga escala. A vantagem vem da logística, que vai permitir que o alimento seja consumido onde é produzido”. A ideia inicial são parcerias com empresas consumidoras como supermercados, varejos e restaurantes. Depois, a empresa visa atingir o consumidor final com feiras regulares também mostrando as vantagens do que consideram ser as fazendas do futuro, ligando projetos de cultivo com projetos de educação, também visando programas de alimentação escolar. Além de prédios, a busca é por Shoppings e terrenos baldios pela capital paulista.

E tem também a cura…

Outra ideia é integrar vegetais e frutas com ervas que possam ser usadas com fins medicinais. A Faculdade de Medicina da USP tem uma pequena horta em seu pátio desde 2013. Criada com bombas plásticas azuis, a horta fornece uma diversidade de ervas que podem ser utilizadas para vários fins. As farmácias vivas, como são chamadas, devem ser usadas com muito cuidado e por isso o departamento criou um manual de uso, que está disponível para todos aprenderem um pouco sobre os muitos benefícios do Reino Vegetal em nossa saúde. E é claro que a horta é aberta ao público e completamente colaborativa.

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Indo além

Para explorar no Twitter, uma hashtag legal é a , onde também há um perfil dedicado ao assunto. No Facebook, tem um grupo chamado Hortelões Urbanos com muitas dicas legais e uma comunidade bem engajada em facilitar quem quer começar uma horta urbana. No Instagram, vale conferir a hashtag #UrbanFarms, que na foto abaixo, mostra como a prática pode se espalhar e ser utilizada para beneficiar muitos enquanto traz mais saúde e sustentabilidade para a comunidade. Para inspirar, temos em nosso Pinterest, dois boards muito legais.

#UrbanFarmers Carolynn Ladd & Brent Hall of @freewheelfarmatl grow organic veggies and fruits on several small urban farms … they turned a lawn into this thriving plot of land in 3 months! the landowner just wants weekly veggies in return! … Carolynn uses them in her personal chef business @adatewithfigs and Freewheel Farms delivers weekly veggie boxes, sells at farmers markets, and stocks local corner store markets to provide healthy options for those unable to afford transport and/or shopping at farther markets. Plus food stamps receive double value when purchasing Freewheel Farms veggies!! Thanks for the tour and inspiration! @adatewithfigs @patagonia #foodheros #eatlocal #foodnotlawns #foodismedicine #atlanta

Uma foto publicada por Captain Lizzy (@captainlizclark) em

De todas as formas sugeridas, podem surgir combinações criativas que não existem. Mas a ideia é abordar a questão de que o sistema de produção de alimentos está precisando de inovações. Algumas destas propostas podem ou não mostrar evolução ou adaptabilidades de acordo com a cultura de cada local. Porém, podemos começar a experimentar e produzir volumes menores, para consumo próprio e deixar conhecimento para futuras gerações. Que tal começar agora?

{Este post é produzido e compartilhado com *aLagarta}

*A aLagarta é a primeira emag feminina independente e colaborativa do Brasil. Uma eterna mutante, tem vida própria e vira borboleta toda vez que lança uma nova edição.

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