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Saiba como foi o nosso primeiro Journey NY Trends por Marina Giustino | Rio de Janeiro, 22.06.17

No final de maio, nossa Rê Abranchs embarcou pra Nova York com a turma da MALHA pra dar o primeiro curso de Coolhunting do projeto Journey NY Trends. Ao lado dos feras e incansáveis André Carvalhal, Herman Bessler e Letícia Magalhães, mergulhamos no coração da contracultura e das tendências mundiais pra uma jornada encantadora, desbravando as iniciativas, projetos, pessoas e lugares mais criativos e pulsantes da cidade.

A turma que participou do curso, ao final de 15 dias intensos, saiu completamente extasiada dessa grande vivência, cheia de ideias, inspirações, insights pra inovação, novas ferramentas e métodos de Coolhunting. O curso contou com muitas horas práticas, o que possibilitou aos participantes colocar em prática todo o aprendizado adquirido e diversos encontros com uma galera que ja tá cruzando a ponte pra Nova Era. Entre os pontos altos da viagem: o bate-papo  com os headers de pesquisa da TrendWatching, uma das maiores agências de tendências do mundo; o almoço no Roberta’s com criativos que estão mudando a cena novaiorquina nos mais diferentes campos; a visita ao Knickerbocker, espaço maker no Brooklyn com o propósito de trazer a produção de Moda de volta para os EUA de forma ética e colaborativa; o bate-papo com a doce Juliana Leandra da Dream Box, laboratório criativo que faz conceituação, curadoria e produção de projetos de arte. A Ju nos levou pra fazer um tour pelas galerias de arte mais legais da cidade; visita ao Brooklyn Brush Studios, espaço que junta ateliês de Arte, escritórios e ambientes criativos; bate-papo com a Julia Brandão, artista brasileira que trabalha com reutilização das próprias roupas e peças de brechó e visita ao Brooklyn Grange, um terraço com a maior horta urbana comunitária do mundo.

O resultado disso tudo será materializado em um grande Trend Report com as novas direções do planeta nas Artes, Moda, Tech, Cultura, Economia, Educação e Política. O melhor de tudo: será de gratuito pra você! Em breve, a gente te conta onde baixar esse conteúdo lindo. ;)

Se você não conseguiu participar dessa edição e tem muita vontade de viajar com a gente, vamos te contar um segredo: em outubro tem mais! \o/ Iuhuuu! Tá interessad@?! Manda um e-mail pra hello@yourjourney.cc

Caso você queira uma vivência de Coolhunting brazuca sob medida pra sua empresa, é só entrar em contato com a gente. Liga pra cá (21) 2552-2254/ 2553-0551 ou manda um e-mail pra contato@renataabranchs.com.br

Enquanto isso, vem sentir como foi essa jornada nos cliques do Bruno Bezerra:

Bureau + Insecta <3 NAAI por Insecta Shoes | Rio de Janeiro, 25.05.17

As cariocas Aisha e Bruna, idealizadoras da marca NAAI, acreditam no slow fashion como uma maneira sustentável e consciente de entender a Moda. Elas sabem que o mundo pede um novo modelo de consumo e decidiram colocar em prática as suas ideias criando a marca que inspira atitudes mais conscientes.

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Fundada em 2013, a NAAI trabalha com coleções atemporais, ignorando tendências ou estações impostas pelo calendário comercial. O slow fashion se aplica em todas as etapas da produção: desde a idealização das peças, passando pela sua produção, feita toda no Brasil e com olhar atento das designers. Os materiais usados são naturais, o que dá uma pegada eco-friendly extra a cada peça feita.

Outro diferencial da NAAI é o pensamento a longo prazo. Elas acreditam na memória afetiva da roupa e como ela acompanha a história da pessoa e suas vivências. Elas procuram resgatar com a NAAI a ideia de que as roupas podem passar por gerações, como costumava ser. Assim, toda coleção tem uma peça com garantia vitalícia. Elas garantem acompanhar junto com a dona da roupa toda a sua história, fazendo reparos quando necessário.

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Ter uma peça da NAAI é pra vida toda. Ou até mais do que isso.

Para saber mais sobre a marca, acesse o site e acompanhe pelo Facebook e Instagram.

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{Este post é produzido e compartilhado com a Insecta Shoes pelo movimento #FeitoNoBrasil}

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Bureau + Fernanda Cortez: armários compartilhados | Menos impacto, menos custo e uma gama infinita de possibilidades por Fernanda Cortez - Menos Um Lixo | Rio de Janeiro, 11.05.17

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Passei os últimos 4 meses imersa em Menos é Demais. Pra gravar esse programa, lindo que com muita honra eu apresento, foram 4 meses, 5 dias por semana, 12 horas por dia. Conheci 13 famílias e suas questões de consumo. Consumo por excesso de grana, consumo por falta de informação, consumo por questões emocionais, consumo, porque não consumir, né?

E no final das contas a gente consome da hora que acorda (lavar o rosto e escovar os dentes envolve consumo de água, de pasta de dente, de escova de dente, de sabão), até a hora que a gente vai dormir (cama, lençol, cobertor, ar condicionado, energia, pijama, e por aí vai). Roupa então… pensa nas ocasiões de uso, nas festas, na praia, na academia, tá frio, tá quente, tá sol, choveu, e, tá na moda?

Então vamos falar de moda? Ou vamos falar de roupa?

A indústria da moda, que faz as nossas roupas, em um dado momento pós segunda guerra mundial, quando os Estados Unidos cunharam esse american way of life baseado no consumo que o mundo todo copiou (pra quem ainda não viu, esse vídeo da Box 1824, Lowsumerism, é imperdível) começa a criar coleções. Coleções que no começo evoluíam devagar, tínhamos tendências muito baseadas em décadas – quem lembra anos 80 e os cabelos enrolados, ombreiras? O fast fashion, que vem depois, no fim dos anos 90, acelera esse conceito de coleção e de estar na moda, e cria nos consumidores, nós, o desejo de sempre ter o novo, consumir com avidez pra estar na moda. Sim, porque estar na moda é fundamental né? Ou como serei aceito se não tiver o look do dia certo? E a gente compra roupa para… impressionar os outros e ser aceito.

Só que o que eles não contam é que:  “Segundo a Forbes, o setor de vestuário é responsável por 10% das emissões de carbono e permanece como segundo maior poluidor, seguido pelo petróleo. Aproximadamente 70 milhões de barris de petróleo são usados a cada ano para produzir poliéster, que hoje é a fibra mais utilizada em roupas e cuja decomposição leva em torno de 200 anos. Peças de fast fashion, que são usadas menos de 5 vezes e mantidas por aproximadamente 35 dias, produzem cerca de 400% a mais da emissão de carbono por unidade anualmente do que peças utilizadas 50 vezes e usadas por um ano inteiro.”, Wikipedia.

Então aquele programa preferido de muita gente que é ir ao shopping comprar, se torna contribuir para a poluição do planeta em níveis que a gente nem imagina.

Mas será que a gente quer comprar ou a gente quer ter acesso a roupas?

Imagina se a gente pudesse ter um guarda roupa com muitas opções, gastando muito pouco e sem esse peso na consciência de olhar uma peça que foi usada menos de 5 vezes (ou nunca foi usada) no nosso armário e pensar que ela vai ficar pelo menos 200 anos em um lixão, e que quase com certeza teve trabalho escravo envolvido na sua produção. A gente pode!

Nova economia, novos modelos, e o armário compartilhado é um deles.

Funciona assim: basicamente você paga uma mensalidade e tem acesso a várias roupas. De acordo com a sua mensalidade, você tem direito de pegar X peças/mês, usar e depois é só devolver. Alguns deles, como o Lucid Bag, que tem aqui na MALHA, no Rio, são construídos com as próprias roupas das clientes, que deixam parte do seu guarda roupa lá pra que as peças que elas têm em casa também possam ser usadas por outras pessoas.

O Roupateca, que a Chiara levou a Helô no último episódio de Menos é Demais, também funciona assim, mas lá em São Paulo.

As mensalidades são a partir de R$100,00, e a decisão de compartilhar a roupa acaba sendo também um ato político, uma forma de expressar como você vê a vida e age no mundo.

No site da Lucid Bag, eles definem bem isso: “O modelo foi pensado também para pessoas que fazem do que vestem um ato político: apoiam causas, marcas e iniciativas que se preocupam com a sociedade, comunidade local, sustentabilidade e meio ambiente.”

E você, já pensou em compartilhar mais e ter menos? Conta pra gente!

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{Este post é produzido e compartilhado com *Fernanda Cortez | Menos Um Lixo.}

*Fernanda Cortez é comunicadora, sócia da 220 Ideias Transformadoras e cabeça por trás do Menos 1 Lixo, movimento e plataforma de consumo consciente que chama atenção das pessoas sobre o volume de lixo que produzem no dia a dia, focando na mudança de pequenos hábitos diários, como a substituição dos descartáveis pelos reutilizáveis.

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