1 – A volta da Fiorucci:

A icônica marca italiana está de volta, sob nova direção, com linguagem atual e pra lá de cool. A Fiorucci trouxe o clima da swingging London pras ruas de Milão no final dos anos 60. Fundada por Elio Fiorucci, a marca foi sinônimo de irreverência, sexappeal e ousadia, alcançando seu auge na década de 80. Sua volta ilustra perfeitamente a onda de resgate de marcas do passado que por algum motivo, ao longo de sua história, acabaram se tornando kitsch ou populares demais, caindo em total declínio e esquecimento. A história começou em 2016, quando a Vetements colocou na passarela da Alta Costura de Paris marcas como Juicy Couture e Champion. Um pouco antes, a gente viu a Fila e a Kappa se tornarem cool novamente com a história do athleisure e das logos em evidência. Sim, as logos de marcas old school (não necessariamente de Moda) estampando bonés e camisetas da galera mais jovem e urbana continua muito forte. Lembra da turma fazendo upcycling com as sacolas da Ikea? Quanto mais tosco, mais cult. ;) E, olha, não vai demorar muito pra gente ver uma galera desfilando por aí o icônico casal de anjinhos da Fiorucci. Nessa onda de resgate, a gente amaria muito ver por aqui a volta de marcas como a Company e a Gang. Seria o máximo!

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2 – Beta, a robô feminista:

Uma robô feminista que ajuda mulheres a lutarem pelos seus direitos. Sim, ela existe e é brasileira. Seu nome é Beta. :) Através do Facebook Messenger, a Beta mobiliza internautas sobre pautas relacionadas aos direitos da mulheres e responde diversas perguntas relacionadas ao feminismo. Basta acessar a página da Beta e mandar um alô no inbox. Prontamente você será respondid@ por ela. Seguindo parâmetros pré-programados, a robô vai te informar sobre assuntos que estão em pauta na luta feminista, eventos e projetos de lei pra que você possa participar ativamente de campanhas. A ideia maravilhosa partiu do Nossas, laboratório de ativismo digital formado por programadoras mulheres.

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3 – O melhor curriculum que você vai ver hoje:

Quem foi que disse que estética de curriculum precisa ser aquela coisa sem graça escrita em Times New Roman? Em se tratando de profissões criativas, legal mesmo é poder fazer diferente. Se houvesse um concurso de curriculums originais, o prêmio, certamente, iria pro designer galês Andy Morris. Aficionado por Lego, ele montou várias miniaturas de si mesmo e bolou embalagens geniais com o conteúdo de seu curriculum pra distribuir por agências de Design e Publicidade na esperança de conseguir um novo emprego. Se ele conseguiu a vaga ou não, a gente não sabe, mas que ele é muito criativo, isso ele é. ;)

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