2 Coisas que você precisa saber sobre coolhunting favela

Coolhunting é algo que a gente respira no nosso trabalho. Não é à toa que somos [email protected] do @rioetc, maior mídia de coolhunting nas ruas do Brasil. Por isso, em nossa atual pesquisa autoral de Moda, CRIÁVEL – Calorão 21, trazemos o conteúdo da mega coolhunter, Rafa Joaquim, com 5 coisas que você precisa saber sobre coolhunting favela. Hoje vamos compartilhar com vocês somente duas coisas que é preciso ver e ouvir sobre as favelas. Se sentiram o chamado e quiserem saber mais, façam a sua pré-inscrição para o Calorão 21 e  acessem ao conteúdo completo da pesquisa, tá?

E saiba que algo que aprendemos ao passar mais de 20 anos detectando essas influências é que inspiração é expansão, o fruto de uma mentalidade inclusiva. A favela, por questões referentes a temas de pertencimento, de raízes históricas e de comunidade, é um lugar muuuito auspicioso para perceber como se desenvolve criatividade, emoção e a expressão da verdade.

“Quando a gente fala de favela, a gente fala de pertencimento”, ensina a Rafa Joaquim, que dedica sua vida à olhar para os subúrbios e praticar o coolhunting. Ela traz as seguintes referências:

Festa Mariwô

Festa Mariwô - Coolhunting favela

Festa Mariwô – Coolhunting favela

Mariwô vem de uma prática de matriz africana onde as pessoas usam uma palha nos portais das casas. Mariwô é um movimento multimídia, independente e experimental. Uma plataforma que conecta pessoas e cria um espaço de trocas. Construindo-se como experimentação multicultural, trans-histórica e ligada aos efeitos passados, presentes e futuros da diáspora negro-africana, a Mariwô se nutre das expressões culturais afrourbanas. Transitando nos campos da sonoridade e artes visuais.

Grada Kilombola

Grada Kilombola - Coolhunting Favela

Terceira referência trazida pela Rafa Joaquim para o Calorão 21 – Grada Kilombola – Coolhunting Favela

A psicanalista e artista plástica faz um trabalho de descolonização que emociona pela sutileza e traz luz para o fim do túnel. Grada tem o seu livro lançado no Brasil e é uma mulher que fala de questões raciais de forma muito bela e conectada. É um pilar para a pesquisa e para trazer para o ambiente de Recursos Humanos das empresas esta discussão sobre a ética na prática.

Momento atual

Com estas referências, podemos olhar para a diáspora que tem acontecido dentro do Rio de Janeiro e que traz elementos surpresa dentro da esfera de corporeidade. Hoje, a corporeidade do medo que a cidade vem trazendo  traz novas questões para se olhar para um movimento mundial de retrocesso. Com isso, a gente vai no nosso inconsciente do passado para nos fazermos presentes. E a ideia pode ser a de espantar a maldade humana que se vê presente.

 

Caroline Witz

Carol Witz é jornalista e professora de Yoga. Hoje, Carol é conteudista e comunicóloga do Bureau de Estilo Re Abranchs, que, assim como o Yoga, também promove auto conhecimento para as marcas <3 Namastê!

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