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Bureau + Insecta <3 Comas por | Rio de Janeiro, 24.02.17

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A Comas é uma marca de upcycling que transforma camisas masculinas descartadas pela indústria em peças femininas. Tudo começou no Uruguai, mas se desenvolveu e se estabeleceu em solo brasileiro.

Agustina Comas é formada em Design Industrial com habilitação Têxtil e Moda no Uruguai. O contato com o Brasil aconteceu por meio do pai, que faz negócios no Brasil desde que Agustina era menina. Quando estava no último ano da faculdade, em 2003, conseguiu embarcar como imprensa para acompanhar a São Paulo Fashion Week.

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Foi nesse momento que ela decidiu que queria trabalhar, pelo menos por um tempo, na indústria de moda brasileira. Com a cidadania brasileira do pai, as coisas ficaram um pouco mais fáceis. Deu seus pulos, conseguiu o visto e veio tentar a sorte. Aterrissou no Brasil em 2004 no melhor lugar onde poderia estar na época: com Jum Nakao para um estágio durante a produção do famoso desfile “A Costura do Invisível”.

O estágio virou fixo e foram 4 anos com o famoso estilista. Quando Jum se afastou da Moda e estreitou o laço com as artes plásticas, Agustina foi junto e continuou como sua assistente. Em 2008, migrando do preto para o branco, Comas começou a sentir vontade de trabalhar na indústria grande, com gigantes do setor e no fast fashion.

Conseguiu uma vaga na 284, o braço jovem e com preços mais baratos da Daslu. Por esse caminho chegou na equipe da Daslu Homem, comandada por Lu Pimenta, o que Augustina chama de sua segunda grande escola, onde ficou por 5 anos.

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Mas sua primeira grande escola, a com Jum Nakao, não foi só de aprendizagem prática e técnica, foi inspiração para quebrar regras e um empurrão para Agustina pensar fora da caixa da Moda.  Em 2008, em paralelo ao seu trabalho na Daslu Homem, começou um projeto de upcycling em parceria com Ana Pires, uma colega de faculdade de Montevidéu.

Elas começaram o projeto com uma multimarcas da capital uruguaia e foi nesse momento que Agustina se viu diante dos desafios de desenvolver metodologias para trabalhar na criação de roupas a partir de roupas. “Começaram a surgir conceitos que eu utilizo até hoje como design por restrição, que é trabalhar o design dentro das limitações que o material e a peça que você está usando têm; conhecimento congelado, que é conservar as características iniciais industriais do produto na peça final como repertório de criação, e outras coisas que norteiam meu trabalho e minha pesquisa”, contou ela.

Em paralelo ao trabalho na Daslu, o projeto começou a rolar, vendendo peças de upcycling no Uruguai e no Brasil. Com uma fonte inesgotável de roupas descartadas pré-varejo – ou seja, roupas com falhas e defeitos, não aprovadas, que sofrem acidentes em lavanderias, etc – dentro da própria Daslu, Agustina começou a trabalhar muito com camisas masculinas também nesse projeto paralelo. A Comas já começava a tomar forma aí, mas ela nem imaginava.

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Ao sair da Daslu, em 2013, Agustina tinha certeza que queria trabalhar com projetos focados em sustentabilidade, só não sabia como. O caminho foi se desenhando até que ela decidiu que, o jeito mais fácil e que mais condizia com sua ideia de uma moda atemporal, era olhar para o masculino e, em específico, para a camisaria. Em 2014, com as ideias mais alinhadas, surgiu então a Comas.

Mas transformar roupas prontas em novas roupas, fazer grade e escalar é desafiador. Há muitas questões e uma delas é o fazer em si. Agustina explicou que dentro da Comas isso funciona em dois processos: criação e produção. Na criação, vem o design por restrição, imaginar formas e dar significado às peças. Depois vem o processo racional, de trabalhar modelagem, caimento, conforto, pensar em grade e criar uma “receita” que será reproduzida em cada lote de peças descartadas que aparece.

Antes disso, há a cadeia de fornecimento, ou seja, da onde virá esse material? A Comas trabalha com sobras e descarte da indústria, parte desse material a marca compra por preços mais acessíveis parte é doado pra ela, mas não há ainda um entendimento muito grande por parte da própria indústria e do varejo de que esse descarte pode virar algo novo, então rastrear e pegar esse material é bastante desafiador.

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O que facilita para Agustina são seus contatos dos antigos fornecedores da Daslu, mas a  grande vontade da estilista, porém, é trabalhar com  camisas masculinas sobras do varejo. Estoques que ficam, literalmente, mofando em galpões e dentro das confecções. “Falta as marcas entenderem que elas já amortizaram essa perda, que elas podem vender por um valor acessível para outra pessoa dar continuidade no processo”, explica ela.

A Comas vem ganhando visibilidade por meio também das parcerias. Trabalhou com a Básico, tem um relacionamento sério com a Japonique, esteve em foco no SPFW por conta da parceria com a estilista Fernanda Yamamoto, que levou o tecido Oricla, criado a partir de ourelas de tecidos para camisaria jeans, para a passarela, e também rolou Insecta Shoes e Comas no Inspiramais, onde os cabedais dos sapatos foram produzidos com os punhos das camisas.

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Olhando pra frente, o que Agustina quer é escalar para transformar a Comas em um negócio financeiramente sustentável e que seja capaz de realmente causar impacto na redução de resíduos têxteis. “Eu quero conseguir vender volumes maiores para poder fazer um impacto”, explica ela. “Nossa visão é eliminar o conceito de sobra na cadeia produtiva”.

Ela também quer fazer com que as fábricas disponham o material-descarte de alguma forma para que outras marcas possam utiliza-lo como matéria-prima de forma frequente e que possam criar seus negócios em cima disso de verdade. Pois é, o upcycling transformador da Comas tem a ver com roupa, mas, como podemos ver, vai muito além disso.

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{Este post é produzido e compartilhado com a Insecta Shoes pelo movimento #FeitoNoBrasil}

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ENCONTRO DE MODA FRIOZINHO 18: SÓ O BUREAU FAZ ASSIM por | Rio de Janeiro, 21.02.17

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Tá chegando! No dia 6 de abril, o Encontro de Moda vem aí em novo formato, ainda mais saboroso e colaborativo, pra você.

Uma das novidades dessa temporada é a localização. Voltamos ao lindo e histórico prédio do IED (Istituto Europeo di Design), onde funcionou o lendário Cassino da Urca, e que, há 2 anos abrigou um novo formato pro Encontro, que foi demais! Lembra? Não? Dá o play pra sentir como foi.

As inspirações e apostas da temporada daquele jeitinho multissensorial, com direito a trilha sonora e degustação olfativa, continuam e são coroadas com rodinhas dinâmicas que acontecem após a apresentação, mediadas por experts em assuntos que nos rodeiam e estão em pauta nesse momento: Representatividade na Moda, Causas e Conexões Responsáveis, #FeitoNoBrasil e Processos Criativos. Em breve a gente te revela quem vão ser os nossos mediadores especiais para as dinâmicas em grupo…

Nesta edição, o nosso time da Pesquisa tá ainda mais peso-pesado, com o apoio de colaboradores feras, compartilhando com a gente seus conhecimentos, cada um em sua área de atuação. Tem a Marina Ribas e a Lívia Marttins, colaborando com Arte e Design; a Amanda Mujica, falando de Cores e Pessoas; a Carol Lenz, do Coletivo Estampa, sobre Estamparia; a Thamy Vosgueritchian, sobre Activewear e Malharia; e o Daniel Kalleb, sobre Looks e Inovações.

Tudo isso não seria possível sem a nossa JING, co-desenvolvedora dos aromas temáticos dos Encontros; DJ Galalau, que embala as nossas trilhas sonoras; Wabi-Sabi, pelo verde vibrante embelezando nossa atmosfera; Marina Ribas e ArteDesenho, pela ambientação inspiradora e cuidadosa; Tecnoblu, pelos brindes mais inovadores e carinhosos; WGSN Brasil, pelo conteúdo tão rico que nos inspira sempre e RIOetc, nosso filho preferido e radar afiado das ruas, mapeando pessoas e comportamentos; MALHA, pela super parceria na divulgação.

Contamos, também, com o apoio do Sol Ipanema Hotel. Os participantes do Encontro de Moda que não são do Rio, ganham um desconto especial de 25% na hospedagem. O período de reserva já está valendo e vai até o dia do evento, 06/04. Não perde a chance de ficar de frente pra uma das paisagens mais lindas do mundo, a da praia de Ipanema, com todo o aconchego que você merece!

Sem esquecer, é claro, da JVE, que compartilha com a gente a sua tecnologia pras nossas imagens e sons ficarem ainda mais emocionantes.

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PROGRAMA:

8h30 – Abraço de boas vindas.

9h – Apresentação multissensorial com a Renata contando tudo que as nossas antenas têm captado no Brasil e no mundo, compartilhando as nossas apostas pro mercado de Moda.

12h30 –  Almoço livre.

A parte da tarde é opcional e vai contar apenas com 60 participantes. Portanto, se te interessar, se inscreve agora! Formaremos 4 rodinhas de conversas sobre temas muito relevantes pro mundo e você poderá escolher participar de 2 delas.

Cada Rodinha será mediada por um@ expert no assunto, admirad@ por nós e você terá oportunidade de trocar e construir conhecimento – sem pressa – com um pequeno grupo conectado com você por afinidade de interesses ou propósito. ;)

14h_ “Representatividade na Moda – Desconstruindo padrões e aproximando pessoas”

14h_ “Processos Criativos – Novos caminhos para expandir o seu potencial para a inovação ”

15h_ “Causas e Conexões Responsáveis – Como a sua existência e a da sua marca impactam o mundo?”

15h_ “#FeitoNoBrasil – Inspirações para o novo ciclo de valorização da nossa cadeia têxtil e de confecção”

16h_ Cafézinho

16h30_ Atividade de fechamento

17h00_ Abraço de despedida

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INVESTIMENTO:

R$ 440,00 (Palestra pela manhã), com envio de comprovante até 15 de março. Após a data, o valor passa a ser R$ 530,00.
 
R$ 572,00 (Palestra pela manhã + 2 Rodinhas à tarde), com envio do comprovante até o dia 15 de março. Após a data, o valor passa a ser R$ 689,00.

 

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Já garantiu a sua vaga?

Liga pra cá e fala com a Cris! (21) 2552-2254 / 2553-0551 ou manda um e-mail pra contato@renataabranchs.com.br

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APOIO:

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Bureau + absolem: Simplificar para marcar por | Rio de Janeiro, 17.02.17

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Há muito tempo não vejo uma marca criar um trueline de peso como o “Just do it” da Nike. Lendo um artigo antigo, me dei conta da quantidade de coisas que uma marca deve ser, ter e fazer pra sobreviver num mercado tão competitivo. Eu mesmo já escrevi diversas características e qualidades diferentes que marcas devem buscar pra crescer. Acredito em muitas delas e, em parte, todas são válidas se combinadas estrategicamente.

Pensa bem: conteúdo é rei, propósito tem que ser claro, influenciadores são indispensáveis, arquétipos tocam o inconsciente coletivo, presença é essencial, toda empresa deve ter algo colaborativo, todas devem ser sustentáveis e inovadoras! São obrigações contemporâneas, de tempos onde todas redes sociais são importantes automaticamente a partir do momento que surgem. É como preencher pré-requisitos ou como se todos tivessem entrado em um modo default e precisassem seguir o que os outros fazem.

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Por que?

Porque diversas pessoas, cada uma em sua especialidade e nicho diferentes, aparecem e adicionam teorias e técnicas diferentes para vender mais, se comunicar melhor e se posicionar de forma diferente. Com isso, gestores de marcas (sejam donos ou não) se sentem obrigados a aderir à cada uma delas. Caso contrário, “ficarão para trás”. Essa obrigatoriedade pode ser por diversos motivos, sendo a atual crise uma delas — onde atirar para todos os lados serve quase como uma garantia de que alguma coisa vai dar certo.

Mas nem sempre as diferentes propostas e técnicas funcionam em conjunto. Certamente, muitas delas combinadas podem deixar a comunicação confusa e dispersa. Somando todas as técnicas e práticas, a marca pode até ganhar visibilidade, mas tende a se perder no seu discurso, seu tom ou em sua mensagem. Ela vai inchando.

Outra coisa que tem sido comum é a divisão digital entre setores de mercado (marketing) para cada uma das redes sociais, onde cada equipe opera por conta própria e usa recursos diferentes para cada uma das plataformas. Não é difícil notar que dividir dessa forma pode tornar os atributos da marca (como voz, ativos visuais e energia como um todo) cada vez menos consistentes. Sem consistência = sem lembrança.

Marcas devem organizar e integrar seus esforços no mercado com liderança e direção. Devem aproximar equipes e processos para que não aconteça algo muito comum e que vai ser cada vez mais frequente caso gerentes de marcas não estejam atentos:

A fragmentação da mensagem da marca

Esforços intensos de engajamento nas redes sociais com as divisões que citei acima tendem a ficar cada vez mais desconectados dos produtos que estão tentando vender. Pior: cada vez mais longe de seus consumidores.

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Falta de foco

Um exemplo disso é que a cada nova rede social que surge acontece um êxodo para criar novos perfis que possivelmente serão abandonados. Qual é o propósito da sua marca? Ele se alinha ao propósito de estar em determinada rede social? Quando isso não está bem definido, é melhor nem começar uma comunicação porque a tendência será falar coisas diferentes, tornando a voz da marca cada vez mais fraca.

Observo uma preocupação geral das marcas em conversar com o máximo de segmentos possíveis, de falar com as demandas sociais mais diversas imagináveis. É claro que isso é fruto de uma separatividade enorme que vem crescendo no mundo, onde cada vez mais vamos encontrando e criando grupos que se diferenciam e não aceitam — ou entram em conflito — com outros grupos. Mas dar tiro pra todo lado é altamente prejudicial às marcas porque ao querer abraçar o mundo, elas não encontram mais um propósito.

Uma simplificação

Sua marca deve identificar o que a sua organização representa (se você ainda não sabe o que ela representa, comece por aí), o que te torna diferente e atrativa para quem possa ter interesse (e quem são essas pessoas). Como essas pessoas se comportam, agem e compartilham em suas vidas. Sua comunicação interna e externa devem estar alinhadas, sempre. A marca é um conceito estratégico, sim. Segundo uma pesquisa do The Economist, a maioria dos CEOs veem as marcas como os ativos mais valiosos de uma empresa. Além do processo de identificação, a marca serve como articulação, incorporação e comunicação de um conjunto compartilhado de valores, cultura comum e senso de identidade. Além disso, e por fim, a marca precisa definir uma proposta comercial competitiva no segmento escolhido pela empresa.

E o esvaziamento é, na verdade, uma simplificação. É o voltar atrás e reorganizar, refazer, recomeçar. Voltar até a estaca zero para rever processos que deram certo ou não, estratégias que serviram mais ou menos para cada etapa do processo. Esvaziar é também olhar pra dentro e perceber cada pedaço da comunicação de forma isolada e ver como cada uma se encaixa no todo, funcional ou não. Caso não seja mais útil, o desapego deve dar conta de finalizar, sempre comunicando a escolha, deixando ainda mais clara o conjunto de valores que a marca tem.

Pra refletir

Que fique claro que esvaziar a sua marca não é mais uma obrigação e nem vejo isso como tendência. É apenas um sentimento que alguns profissionais estão tendo em relação à comunicação e construção de marca nos dias de hoje, permeados por uma quantidade grotesca de informação. Esse bombardeio é prejudicial às pessoas, como pesquisas focadas em psicologia, por exemplo, já apontaram. Não fazer parte do bombardeio pode — eu escrevi pode — ser bom pra sua marca em respeito à quem a acompanha.

Pra ajudar quem, depois de ler até aqui, realmente considera em simplificar a comunicação da sua marca, pensei em algumas provocações com o objetivo de esclarecer um caminho nesse processo:

. Uma delas é pensar se a comunicação ou a presença em determinado canal ajuda a construir e a comunicar a marca. Ou seja, aquele ambiente é essencial? As coisas que são ditas e feitas naquele ambiente condizem com o conjunto de valores da sua marca?

. As equipes que produzem conteúdo pra marca estão focadas e unidas ou dispersas e separadas? Muitas vezes, métodos, tecnologias e plataformas são tão únicos que não existe uma linguagem comum entre redes sociais diferentes. No atual mercado e no atual momento, essas separações são insustentáveis.

. Com a mesma velocidade que surgem novidades, tecnologias e ferramentas em cada uma das redes sociais, são tomadas as decisões mais relevantes em comunicação. Com isso, muitas vezes a marca se apressa pra fazer algo (leia-se: qualquer coisa) sobre o digital sem tempo pra envolver pesquisa e desenvolvimento estratégico que integre o mínimo necessário: as pessoas que vão comprar seus produtos ou serviços. É muito necessário aprender a escuta social. A tentação de sair fazendo um live pelo Instagram tem que ter o mínimo de embasamento estratégico. Mudar as mensagens frequentemente também tem vencido a disciplina pra manter a mensagem consistente e unificada. Sua marca não precisa (e nem deve) se posicionar sobre tudo que acontece no mundo. Mantenha o foco!

. Equipes ou indivíduos criando de forma separada podem criar novos ativos ou recriar outros para novos canais que fragmentem ainda mais a marca. Isso vai consumir tempo e orçamento, duas formas de energia que não são fáceis de recuperar. Mensagens, cores, palavras e imagens inconsistentes com o momento da marca podem confundir os clientes.

. Agendas incompatíveis na estrutura de criação, planejamento e incentivo aos líderes de diferentes departamentos (mesmo dentro de um departamento de marketing, por exemplo) podem prejudicar o andamento da história que a marca está contando. Todos devem estar alinhados para os mesmos resultados, de forma transparente e holística. A duplicação da história em plataformas múltiplas pode cansar a pessoa que a acompanha então muita atenção na hora de programar o que deve ser publicado em cada plataforma.

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Expirar

É comum que uma marca contrate diversos serviços especializados de marketing e comunicação. Uma agência só pra cuidar de posts patrocinados no Facebook, outra pra cuidar dos posts patrocinados do Instagram (que tem conteúdo produzido in house), uma produtora de vídeo pra criar vídeos inspiradores ou um canal no YouTube, outra agência que vai cuidar da presença offline da marca, outra produtora de eventos para criar experiências incríveis e por aí vai. Se não houver uma estratégia clara, é muito fácil que as coisas desandem. Então, cuidado.

Pra concluir esse artigo, compartilho um novo termo que aprendi recentemente e que diz respeito à essa fragmentação ou inflação da marca: Franken-brand. O termo está sendo usado pra marcas que fazem algo com aparência de anomalias diversas quando agem de forma aleatória em seus canais. Lembrando, as mesmas pessoas que acompanham você no Instagram, recebem a sua newsletter e frequentam a sua loja (por exemplo). A comunicação deve ser de ponta a ponta, contínua e mantendo a identidade e as forças da sua marca.

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{Este post é produzido e compartilhado com *absolem}
*absolem é um coletivo carioca focado em branding, criação de conteúdo e comunicação. Nossa principal busca é a Energia da Marca.

 

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