Ir para conteúdo

BUREAU + ABSOLEM: luz, câmera, ativação (de marca)! E mais 6 canais para conferir no YouTube por | Rio de Janeiro, 17.08.16

Vídeo já não é mais uma tendência e sim uma realidade. De acordo com esse artigo, dos 10 youtubers mais influentes no mês de junho deste ano, 4 eram brasileiros! Esse é um fato bem relevante e mostra que a plataforma vem crescendo no Brasil. E você, já explorou o maravilhoso universo dos vídeos na internet?

Com o rápido avanço da tecnologia e as redes sociais, novas gerações estão transformando sua maneira de se comunicar, migrando da escrita e da imagem (separados ou unidos) cada vez mais para o audiovisual. O jeito é acompanhar. E se em 5 anos sua timeline no facebook vai ser praticamente vídeo, vale se acostumar desde já. Não que isso seja um esforço. Afinal, há muito conteúdo de qualidade sendo produzido. Além do mais, o brasileiro sempre amou televisão. E tem coisa melhor do que curtir um conteúdo que parece ser feito sob medida pra gente, na hora que a gente quer?

1-Olal3pBLEZzAkRKgRcOcuQ

Acessar e assinar um canal que fala de tudo aquilo que amamos, através de uma pessoa que parece muito mais ‘gente como a gente’ do que as atrizes das novelas — é isso que o YouTube oferece. E por isso ele está em constante ascensão. Apesar do Snapchat ter recebido de alguns o título de “nova tv”, é o YouTube que preenche melhor o papel de contador de histórias e de espaço para compartilhar informações, além de contribuir para a criação de novos heróis que empoderam uma juventude que vive em uma constante busca de novos mitos. Como o próprio YouTube cita em sua última campanha, “novos tempos, novos ídolos”.

1-tuKNhxdjffThEHlXtUuXzw

A plataforma possui uma infinidade de canais e até mesmo os youtubers mais famosos confessam que seria impossível conhecer todos eles — e que se surpreendem com algo novo a cada dia. Então, dica de canal bacana pra seguir é sempre bem-vinda! A seguir, uma lista de canais que vocês podem curtir acompanhar, começando pelos brasileiros!

Tudo Orna

As super empreendedoras e blogueiras “irmãs Alcântara” (como elas mesmas se intitulam), Bárbara, Débora e Julia, do canal Tudo Orna, criaram o espaço para dividir tudo aquilo que envolve seu vasto universo. É pra sair do eixo de influencers Rio-São Paulo e curtir o sotaque curitibano desse simpático trio. Enquanto Julia divide dicas de intercâmbio, Bárbara e Débora falam sobre relacionamentos e o trio, que tem uma playlist especial, fala sobre os mais diversos assuntos, como empreendedorismo, é claro.

Por lá, você também encontra o diário da reforma do apartamento 33, da Débora e também a linda websérie de seu casamento. Sim! A série é caprichada e tem qualidade cinematográfica, vale assistir.


.

Torrada Torrada

Pra quem está na onda gastronômica, entre os tantos canais legais que existem por aí, um que vale demais assinar é o Torrada Torrada.

Os vídeos contam com uma edição dinâmica e divertida e mostram o passo a passo de receitas possíveis, das “gordices” à pratos vegan! Com identidade visual caprichada, o canal também apresenta vlogs das viagens da Luanda (sua criadora) pelo Brasil e pelo mundo. Vale lembrar a receita de bolo de mandioca com coco e banana que a Luanda fez especialmente pra edição Terra Brasilis, da aLagarta.


.

Meu Glitter, Minha Vida

Já é comprovado que, no YouTube, quanto menos a sério você se levar, melhor. E pra falar de beleza, é preciso descomplicar um pouco e sair da fórmula já batida dos tutoriais. Pensando nisso, as maquiadoras veteranas Vanessa Rozan e Fabiana Gomes criaram o descontraído Meu Glitter, Minha Vida. Os vídeos parecem uma visita à casa das meninas pra um café da tarde e quem assiste aprende um monte de dicas legais, sem esforço.

.

REFORMATION

O canal da REFORMATION (lembra que falamos da marca aqui?) ainda está crescendo, mas vale demais assistir aos vídeos informativos, descomplicados e bem-humorados, como a divertida série Drink Sustainably.

.

NOWNESS

Quem curte moda e vídeos criativos, conceituais e de tirar o fôlego, provavelmente já ouviu falar do NOWNESS. A plataforma também passeia pelo universo da arte, do design, da gastronomia e da decoração. A playlist My Apartamento, inclusive, é uma das melhores do canal! Nela, podemos visitar casas lindas, curiosas e inspiradoras de pessoas bacanas e interessantes.

Em tempo das Olimpíadas, vale dar o play e assistir ao salto de uma ginasta em câmera lenta nesse vídeo dirigido por Chelsea McMullan para a Audi:

.

School of Life

O canal da School Of Life talvez seja um dos mais completos. Seu conteúdo é tão extenso que precisa ter certa disposição pra acompanhar. Apesar de apresentar vídeos animados e editados para passar simplicidade, os assuntos abordados são, em sua maioria, profundos, analíticos e provocativos.

Comportamento, história, religião, literatura, design, e até mesmo cultura pop (mas sempre com um propósito maior: a reflexão). Tem que saber inglês, mas também ajuda demais quem quer praticar.

A dica é assinar sem medo os canais mais legais, na sua opinião. Se quiser, você pode até receber uma notificação pra não perder nenhum vídeo novo. O YouTube tem conteúdo pra todo mundo. E ninguém é obrigado a assistir o que não quer.

No caso das marcas, há diversas maneiras de estar e contribuir com o universo do YouTube. Sua marca pode, por exemplo, ter seu próprio canal e produzir vídeos de bastidores, entrevistas com seus criadores, etc, e assim nutrir sua relação com seu público. Afinal, estamos na era da identificação, da proximidade e da transparência. E o vídeo, apesar de demandar certo trabalho e investimento, é hoje o meio mais simples de ativar esses valores.

Co-criações bem boladas com youtubers também podem resultar em ações bem-sucedidas, quando feitas com propósito e direcionamento de branding por trás. Há também uma outra opção: os anúncios. O ideal é pensar no anúncio como um vídeo criativo que vai comunicar, cativar e divertir o espectador, da mesma forma como os outros vídeos na plataforma. Assim, ele não será pulado. Não é uma tarefa fácil, mas quando bem feita, tem grande potencial.

Em tempos de invasão de privacidade e conexão total, por mais que isso possa parecer uma contradição, o YouTube é a plataforma perfeita pra um mundo novo, até mesmo para um certo escapismo da realidade. E melhor ainda: não tem textão! ;)

{Este post é produzido e compartilhado com *absolem}
*absolem é um coletivo carioca focado em branding, criação de conteúdo e comunicação. Nossa principal busca é a Energia da Marca.

Modefica Offline 2016 por | Rio de Janeiro, 16.08.16

Nos dias 06 e 07 de agosto, eu tive a alegria de participar do Modefica Offline 2016 mediando as mesas “Novas maneiras de fazer moda” e “Quebrando os paradigmas de negócios: novas maneiras de fazer a economia funcionar”, à convite de Marina Colerato, idealizadora do portal Modefica e uma mulher cheia de boas ideias e ideais. Foram dois dias de muito aprendizado, inspiração e de conhecer um monte de gente e marcas novas, que estão fazendo bonito e impactando positivamente a nossa sociedade.

marina coleratoMarina Colerato, idealizadora do Modefica

Entre as tantas boas surpresas com que me deparei, selecionei algumas para compartilhar aqui no blog do Bureau. A primeira delas é o SHWE, um projeto que empodera mulheres e dá voz à culturas que já não são ouvidas através da moda. O SHWE foi idealizado por Julia Franco, uma especialista em marketing de moda que depois de trabalhar em grandes marcas internacionais, como Roberto Cavalli,  se mudou para a África do Sul para viver com o namorado e lá encontrou sentido na profissão e finalmente se viu fazendo algo que a faz acordar com brilho nos olhos para trabalhar todos os dias.

shweSHWE

No quesito beleza natural, minha nova paixão/hobbie/obsessão, conheci a marca Almanati, de cosmética natural e orgânica, que presenteou as participantes das mesas de bate papo com um gel creme facial delicioso e no qual eu já estou viciada.

almanatti - foto deAlmanati

Também tive a oportunidade deliciosa de conhecer pessoalmente a Ana Luiza Vilela, dona das mãos mágicas por trás da Boa Saboaria, sobre a qual a turma da Insecta já falou aqui no blog. A vontade era de comprar tudo, mas como a consumidora consciente que estou tentando ser, me contentei em comprar um shampoo em barra para mim – que aliás, recomendo muuuito para quem, como eu, está se aventurando nas técnicas no e low poo (se você nunca ouviu falar nesses termos, clica aqui para entender do que se trata). Os shampoos em barra da Boa são “no poo”, o meu é o para cabelos oleosos e deixou meu cabelo lindo, cheiroso e suuuuper sedoso – seguindo a dica da Ana Luiza, usei vinagre de maçã para condicionar. Comprei mais um shampoo para dar de presente e dois sabões pós-barba – um para o meu primo e outro para o meu marido, que também está “in love” pelo presente.

boa 2 - larissa dareboa - foto de larissa dareBoa Saboaria

E por falar em feito à mão, outra descoberta irresistível foi o trabalho de bordados e ilustração da Camila Belotti. Os patches com temas feministas desenvolvidos especialmente para o Modefica Offline eram irresistíveis e a vontade, mais uma vez, foi de trazer todos para casa.

patches da belô - foto larissa dareOs patches da Camila Belotti

Além de novas marcas tive a oportunidade conhecer pessoalmente mulheres maravilhosas com projetos mais especiais ainda, como Lu Bueno, do Banco de Tecido; Mari Campanatti, do imagina.vc; Gabriela Moura, fundadora do coletivo Não me Kahlo e do #meuamigo secreto; Mari Pelli, do Roupa Livre. Além de reencontrar gente que eu muito admiro, como a querida Camila Haddad, do Cinese e do Programa Desaprender; e as conterrâneas Carol Delgado e Nuta Vasconcellos, do GWS.

Porém, se eu fosse você, entraria lá no site do Modefica Offline agorinha mesmo para conhecer cada marca e participante do evento, pois eram tantas pessoas e projetos maravilhosos, que eu poderia escrever um livro inteirinho sobre el@s!para blog

logo menos tendencia para posts blog

BUREAU + FERNANDA CORTEZ: Catarina Mina | Bolsas e histórias lindas formam o primeiro e-commerce aberto do Brasil por | Rio de Janeiro, 11.08.16

A Fe Cortez esteve no Recicla Nordeste, palestrou pra uma galera em um evento aberto tomado por jovens e conheceu muitas iniciativas bacanas, entre elas, a Catarina Mina. De lá mesmo me enviou um link sobre a marca dizendo que as bolsas eram tão lindas quanto o processo de produção, e que isso tinha que vir pro site. Comecei a fuxicar e em alguns minutos já queria arrumar a mochila e seguir pra Fortaleza pra conhecer tudo de perto, abraçar as artesãs e a Celina Hissa, principal idealizadora da marca que vocês vão conhecer agora!

Catarina_Mina_CM506_AREIA-2Catarina_Mina_CM505_VERDEROXO_-3

O Surgimento da Catarina Mina

“Como uma brincadeira, surgia a Catarina Mina em 2005. Não havia organização por trás, apenas a vontade de trabalhar com artesanato reinventando o fazer local. Aliando a tradição ao olhar contemporâneo do design.

Essa vontade de trabalhar com artesanato, com a materialidade das coisas gerou o encontro com artesãs. Como eu trabalhava com direção de arte em agências de publicidade, me encantava muito com a possibilidade de sair da bidimensão do computador e trabalhar com a tridimensionalidade e todas as possibilidades de invenção criativa e material do artesanato.

A primeira tipologia que exploramos foi o tear, até hoje tenho um tear, mas o encontro com artesãos que também possuem essa paixão pela criação artesanal que nos fizeram ser quem somos hoje. Foi no crochê que esse encontro surgiu de forma mais espontânea e ativa, por isso nosso destaque atual são bolsas artesanais de crochê.”

sel16sel14sel13

“O nome surge inspirado em  uma personagem histórica do Maranhão. Catarina Mina  foi uma bela e inteligente escrava do séc. XVIII, ciente da beleza que deus lhe deu, teve amantes, economizou uma fortuna e comprou sua liberdade. Alforriou a mãe, adquiriu imóveis e virou uma lenda.

Além de sonoro, o nome vai de encontro com a ideia da marca que sempre foi trabalhar com ícones regionais valorizando o artesanato brasileiro. Assim a marca Catarina Mina nasce com a vontade de criar bolsas exclusivas que carreguem a beleza e a sensibilidade do trabalho manual com a vanguarda do mundo da moda.”

Uma marca feita por mulheres

“Sou Formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade pela Universidade Federal do Ceará, tenho especialização em teorias da Comunicação e  recentemente conclui uma pesquisa de mestrado sobre Modos de Produção Coletiva. Trabalhei durante 7 anos anos como diretora de arte de agências de publicidade em Fortaleza. Em paralelo ao trabalho em agências, assinava também projetos gráficos para livros e capas de CDs, então comecei a investir na área de cenografias e figurinos.”

2

“Foi a partir do desenvolvimento de trabalhos com cenografia e criação de stands que comecei a me interessar pelo design de uma forma geral, aquele que vai além do projeto gráfico e envolve outros materiais. Assim, com o interesse pelo design e uma paixão antiga pelo artesanato surge a Catarina Mina.

A Verônica Vieira é também um dos grandes nomes por trás da empresa, ela é artesã e trabalha com a gente desde de 2010. É ela a responsável pela criação das receitas em crochê e coordenação dos grupos de artesãs.

Recentemente, Mariana Marques tem atuado de forma decisiva na construção da marca, ela é publicitária, redatora e tem abraçado o projeto “Uma Conversa Sincera” desde o seu lançamento (2015). Seu pensamento estratégico e sua generosidade ao trabalhar com a marca tem contribuído para sermos quem somos.”

O ritmo, a rotina e a criação

“O trabalho artesanal faz parte da cultura cearense. Uma das coisas que motiva as mulheres a esse tipo de fazer é a possibilidade de trabalhar em casa, cuidando de seus filhos e, ao mesmo tempo, gerando renda. Como acreditamos muito nesse modo específico de fazer e de vida, possuímos uma relação de confiança muito bem estabelecida com as artesãs, na qual existe um comprometimento de ambos os lados e que possibilita que esse modo de produção funcione muito bem na nosso empresa.  Algumas ganham por produção, outras possuem carteira assinada, mas todas trabalham em casa. Em um dos grupos elas algumas vezes se reúnem na casa de uma das artesãs para produzir juntas. Fazemos questão de não interferir e respeitar os modos específicos de produção de cada grupo e nos orgulhamos de ter construído uma relação na qual é possível o convívio do fazer artesanal às necessidades e prazos do mercado. No total trabalhamos com uma média de vinte e cinco artesãs, número que aumenta dependendo das necessidades produtivas, ou das tipologias.”

sel5sel4sel8

Uma Conversa Sincera

“Em 2015 começamos um novo projeto com as artesãs: #umaconversasincera.  A ideia é valorizar cada vez mais o trabalho manual. Convidando o consumidor a olhar para os modos produtivos. Junto com isso, veio uma proposta para as artesãs receberem um percentual das vendas do produto. Ou seja, além do valor fixo que elas recebem pela produção, quando o produto é vendido elas também recebem uma porcentagem nas vendas. Nossa ideia parte do questionamento dos altos investimentos para esforços de venda e uma redução cada vez maior dos investimentos em mão de obra, naqueles (costureiras, sapateiros, artesãos) que realmente “fazem” o produto.

Percebendo a indústria da moda nacional em crise, vendo vários ateliês de produção local fecharem, decidimos convidar o consumidor a pensar junto com a gente sobre a valorização deste fazer manual.

A ideia passa também pela vontade de que o fazer artesanal seja algo que passe de geração em geração, e para que isso aconteça precisamos valorizar o começo da cadeia, ou seja, as artesãs.”

“Queremos criar uma rede de pessoas que valorizem cadeias produtivas mais saudáveis, mais felizes e principalmente, mais justas. Desta maneira, entendemos nossa proposta como um pensamento em rede, um compartilhamento de responsabilidades, que vai desde o artesã que se compromete com uma produção de qualidade, que está inserido nos ganhos do processo, passando pela empresa, pelo designer, por quem comunica e se estendendo ao consumidor final. Quem compra uma bolsa da Catarina Mina também é peça fundamental na propagação deste ideia. Por isso dizemos que muitas mãos fazem a Catarina.”

A necessidade de um e commerce com todos os custos abertos

“2014 foi um ano decisivo para a empresa, eu estava no mestrado, também trabalhando com produções colaborativas em arte, e a Catarina Mina passava por um momento de dificuldades financeiras, muitas devido a concorrência com produtos produzidos em mercados chineses e asiáticos. Parte da nossa renda vinha do chamado “Private Label ” ou seja, produzíamos para outras marcas comercializarem, e muitas argumentavam que a nossa mão de obra era cara, o que foi nos fazendo perder mercado.

Percebi que havia uma necessidade de conversar com o consumidor diretamente, para valorizar a mão de obra artesanal, precisávamos do apoio da sociedade. Era importante que se perguntasse sobre quem faz, que se entendesse um pouco mais sobre os modos produtivos, não é possível concorrer com os “fast fashion” em preço e era necessário que tivéssemos o apoio da sociedade para conseguir dar continuidade ao trabalho que acreditávamos.”

Catarina_Mina_CM501_PINK_-1-1024x1024

“Foi assim que surgiu a ideia do projeto #umaconversasincera. Abrimos todos os nossos custos, uma forma de ser o mais transparente possível. Quando uma conversa acontece, ambas as partes se modificam, trocam, se transformam. Para isso, precisamos estar abertos. Começamos esse convite para conversa abrindo nossos custos em 2015.

Gosto muito de dizer que se trata de um “projeto”, pois isso significa que ele é da ordem da tentativa, está em construção. Não está pronto. Desta maneira, estamos abertos para nos transformar, ouvir sugestões, aprender e ensinar com outras iniciativas.

Nos entender como tentativa também faz parte de uma filosofia na qual acredito, a sustentabilidade no mundo do consumo é algo quase utópico. O Movimento Menos 1 Lixo, sabe bem disso. O simples fato de colocar mais um produto no mundo já compromete um pouco nossa cadeia. Por isso é importante entendermos que as empresas ofereçam algo mais, um produto que tenha uma causa ou que seja produzido de forma mais justa, com processos que respeitem as pessoas e o meio ambiente.”

Catarina_Mina_CM527_COLOR_-1Catarina_Mina_CM506_TURQUESA_-3

“Nossa intenção é transformar um pouco a sociedade, é uma tentativa de inserir novos paradigmas, novas formas de pensar. Atualmente isso está presente de forma mais ativa na moda: movimentos como o Ecoera, #compredequemfaz, #feitonobrasil, #quemfezsuasroupas. Além de marcas como Flávia Aranha (tingimentos naturais), Saissu (materiais reciclados), e tantas outras. Precisamos de mais e mais iniciativas.  Diria que é cada vez mais urgente.”

Bom, Celina, só podemos sentir uma gratidão imensa pela conversa sincera com o Menos 1 Lixo e cada leitor. Por nos aproximar das artesãs mesmo com toda a distância, por agir tanto em prol das novas formas de consumo e produção, tão necessárias desde sempre e principalmente nos dias atuais. Não por acaso a Catarina foi vencedora do premio Ecoera, idealizado pela Chiara Gadaleta e pela Vogue, como melhor marca no trabalho com pessoas. O recado que fica é: consumidor, perceba o seu poder!

E se você que tá em casa quer saber ainda mais sobre o que vem por aí, acompanhe o novo projeto da Catarina Mina. Com vocês, a oficina de artesãs ou, simplesmente, FIA.

{Este post é produzido e compartilhado com *Fernanda Cortez | Menos Um Lixo, em parceria com Talita Gamboa}

*Fernanda Cortez é comunicadora, sócia da 220 Ideias Transformadoras e cabeça por trás do Menos 1 Lixo, movimento e plataforma de consumo consciente que chama atenção das pessoas sobre o volume de lixo que produzem no dia a dia, focando na mudança de pequenos hábitos diários, como a substituição dos descartáveis pelos reutilizáveis.

para blog

logo menos tendencia para posts blog